16.8.06
Massacre à vista?
AP Photo
Quem viu o time de basquete norte-americano de 1992 jamais se esquecerá. Mas quem assistiu ao último Mundial e às Olimpíadas de Atenas faz questão de não se lembrar. Nos últimos quatro anos, as marcas dos estadunidenses foram a empáfia, a certeza do jogo ganho antes de começar, as derrotas para Porto Rico, Lituânia, Argentina.
Humilhados no esporte que criaram, aperfeiçoaram e transformaram em show — antes, durante e depois dos jogos — os ianques montaram uma estratégia de guerra. Seleção permanente, planejamento visando ao ciclo olímpico, um técnico (Mike Krzyzewski) acostumado a lidar com jovens estrelas, três auxiliares de competência comprovada. Tudo para não fazer feio.
E, sinceramente, não acho que farão. Na fase de preparação, só o Brasil — em jogo completamente atípico (falamos disso depois) — impôs alguma resistência à turma de Dwyane Wade, LeBron James e Carmelo Anthony. Nem as ausências de Kobe Bryant, Amaré Stoudemire e Gilbert Arenas serão capazes de frear os norte-americanos, que parecem, enfim, dispostos a trocar algumas gotas de suor por uma medalha mais reluzente.
Vale à pena dar uma conferida na lista de jogos preparatórios. E não se assustem com os placares, o Mundial sequer começou:
Estados Unidos 116 x 63 Coréia do Sul
Estados Unidos 111 x 88 Lituânia
Estados Unidos 90 x 86 Brasil
Estados Unidos 119 x 73 China
Estados Unidos 114 x 69 Porto Rico
Só para responder à pergunta do título: aposto nos americanos, sim. Mas sem massacre. E vejo três seleções com potencial para vencê-los. Pela ordem: Grécia, Argentina e Espanha.
Quem viu o time de basquete norte-americano de 1992 jamais se esquecerá. Mas quem assistiu ao último Mundial e às Olimpíadas de Atenas faz questão de não se lembrar. Nos últimos quatro anos, as marcas dos estadunidenses foram a empáfia, a certeza do jogo ganho antes de começar, as derrotas para Porto Rico, Lituânia, Argentina.Humilhados no esporte que criaram, aperfeiçoaram e transformaram em show — antes, durante e depois dos jogos — os ianques montaram uma estratégia de guerra. Seleção permanente, planejamento visando ao ciclo olímpico, um técnico (Mike Krzyzewski) acostumado a lidar com jovens estrelas, três auxiliares de competência comprovada. Tudo para não fazer feio.
E, sinceramente, não acho que farão. Na fase de preparação, só o Brasil — em jogo completamente atípico (falamos disso depois) — impôs alguma resistência à turma de Dwyane Wade, LeBron James e Carmelo Anthony. Nem as ausências de Kobe Bryant, Amaré Stoudemire e Gilbert Arenas serão capazes de frear os norte-americanos, que parecem, enfim, dispostos a trocar algumas gotas de suor por uma medalha mais reluzente.
Vale à pena dar uma conferida na lista de jogos preparatórios. E não se assustem com os placares, o Mundial sequer começou:
Estados Unidos 116 x 63 Coréia do Sul
Estados Unidos 111 x 88 Lituânia
Estados Unidos 90 x 86 Brasil
Estados Unidos 119 x 73 China
Estados Unidos 114 x 69 Porto Rico
Só para responder à pergunta do título: aposto nos americanos, sim. Mas sem massacre. E vejo três seleções com potencial para vencê-los. Pela ordem: Grécia, Argentina e Espanha.
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As tentativas de superação contra os EUA serão, sem dúvida, um tanto quanto mais significativas e emocionantes nesse mundial !
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