20.8.06
Catar 66 x 97 Brasil: a descoberta do óbvio
AFP
Depois da apatia na derrota diante da Austrália, a seleção brasileira enfim estreou no Mundial de basquete. Contra o (ainda mais) limitado Catar, o time de Lula Ferreira chegou à sua primeira vitória, com uma respeitável diferença de 31 pontos no marcador — a maior margem do torneio (até o fechamento deste post).
Desde o sorteio das chaves do campeonato, a vitória deste domingo era esperada. Mas, após o fiasco da estréia, confesso que cheguei a colocar em xeque a condição de “barbada” dos brasileiros. Dúvida que acabou assim que vi o quinteto titular.
Meu time “ideal” entraria jogando: Marcelinho Huertas na posição 1, com Leandrinho mais livre na 2, Alex como ala e a dupla Tiago-Anderson no garrafão. “A derrota fez bem para a cabeça de Lula e cia.”, pensei. E, a partir da segunda metade do primeiro quarto, tudo pareceu resolvido — após os dez minutos iniciais, 27 a 13.
O treinador pareceu ter escutado a meu apelo quase ancestral: “Marcelinho Machado não é jogador para começar a partida. É para ficar no banco, entrar e arremessar algumas bolas de três. Acertou, fica. Errou, sai”, é o resumo de minha tese, que também se aplica a Guilherme. Pois assim foi. Assim, deu certo.
A dupla de alas — que apontei aqui como um dos fatores para a derrota contra a Austrália — somou 27 pontos (Guilherme fez 14, Marcelinho, 13). O dueto de pivôs também fez sua parte: Splitter somou 18; Varejão, 13.
Foi a chance que atletas sub-aproveitados — André Bambu e Caio Torres — tiveram de jogar alguns minutos. Chance que poderá não existir novamente. Na terça-feira, às 7h30, o Brasil volta à quadra para enfrentar a Turquia.
Vejamos qual a surpresa óbvia que a seleção nos reserva.
Depois da apatia na derrota diante da Austrália, a seleção brasileira enfim estreou no Mundial de basquete. Contra o (ainda mais) limitado Catar, o time de Lula Ferreira chegou à sua primeira vitória, com uma respeitável diferença de 31 pontos no marcador — a maior margem do torneio (até o fechamento deste post).Desde o sorteio das chaves do campeonato, a vitória deste domingo era esperada. Mas, após o fiasco da estréia, confesso que cheguei a colocar em xeque a condição de “barbada” dos brasileiros. Dúvida que acabou assim que vi o quinteto titular.
Meu time “ideal” entraria jogando: Marcelinho Huertas na posição 1, com Leandrinho mais livre na 2, Alex como ala e a dupla Tiago-Anderson no garrafão. “A derrota fez bem para a cabeça de Lula e cia.”, pensei. E, a partir da segunda metade do primeiro quarto, tudo pareceu resolvido — após os dez minutos iniciais, 27 a 13.
O treinador pareceu ter escutado a meu apelo quase ancestral: “Marcelinho Machado não é jogador para começar a partida. É para ficar no banco, entrar e arremessar algumas bolas de três. Acertou, fica. Errou, sai”, é o resumo de minha tese, que também se aplica a Guilherme. Pois assim foi. Assim, deu certo.
A dupla de alas — que apontei aqui como um dos fatores para a derrota contra a Austrália — somou 27 pontos (Guilherme fez 14, Marcelinho, 13). O dueto de pivôs também fez sua parte: Splitter somou 18; Varejão, 13.
Foi a chance que atletas sub-aproveitados — André Bambu e Caio Torres — tiveram de jogar alguns minutos. Chance que poderá não existir novamente. Na terça-feira, às 7h30, o Brasil volta à quadra para enfrentar a Turquia.
Vejamos qual a surpresa óbvia que a seleção nos reserva.
Comentarios:
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Boa, Thiago!
Espero que Lula não volte atrás, acordar na terça e ver esse time com um adversário duro.
É jogo chave para recuperar o vacilo da estréia. Não tem sem espaço para ansiedade, nervosismo ou qualquer blábláblá...
Leandrinho terá de chamar a responsabilidade. E o garrafão mostrar que funciona também contra um time respeitável.
Essa observação que você fez sobre a liberdade dos rivais para chutar de fora preocupa. Só torço para seu apelo não ser solitário e que isso seja constatado e corrigido antes do duelo. Vamos ver...
Espero que Lula não volte atrás, acordar na terça e ver esse time com um adversário duro.
É jogo chave para recuperar o vacilo da estréia. Não tem sem espaço para ansiedade, nervosismo ou qualquer blábláblá...
Leandrinho terá de chamar a responsabilidade. E o garrafão mostrar que funciona também contra um time respeitável.
Essa observação que você fez sobre a liberdade dos rivais para chutar de fora preocupa. Só torço para seu apelo não ser solitário e que isso seja constatado e corrigido antes do duelo. Vamos ver...
Pulga, (também conhecido como sr. Julyana, certo?)
a torcida é para que dê certo essa formação... mas acho que mesmo o quinteto Huertas-Leandrinho-Alex-Varejão-Splitter é um paleativo.
É um time baixo, que não daria certo (para citar um eventual adversário futuro) contra a Eslovênia.
Abraço, valeu pela força!
Thiago
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a torcida é para que dê certo essa formação... mas acho que mesmo o quinteto Huertas-Leandrinho-Alex-Varejão-Splitter é um paleativo.
É um time baixo, que não daria certo (para citar um eventual adversário futuro) contra a Eslovênia.
Abraço, valeu pela força!
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